
O reitor do IFRN, Belchior de Oliveira, relatou fatos importantes da história centenária do instituto. Segundo ele, a instituição passou por diferentes momentos como a Escola de Aprendizes Artífices, Escola Industrial, Escola Técnica Federal (ETFRN), Centro Educacional Federal de Educação Tecnologica (CEFET) e atualmente como IFRN. O reitor destacou a expansão do Instituto pelo estado. “Há três anos contávamos com duas unidades e hoje estamos com 11 unidades de ensino com mais de 11.000 alunos matriculados”, enfatiza. Existe ainda a perspectiva de construção demais três unidades em Parnamirim, Ceará-Mirim e São Gonçalo com o início da construção prevista para o próximo ano.
O principal ponto em pauta foi de assegurar a qualidade do ensino diante da expansão. Para Belchior, esse é um dos grandes desafios. “Para crescer e manter a qualidade que conquistamos durante todo o percurso histórico da instituição, contamos com a força do corpo técnico, professores qualificados e comprometidos com o ensino de qualidade. Trabalhamos com o programa de inclusão social, que é uma referência nacional, quando reservamos 50% das vagas para alunos do ensino público”, explica.
Participaram da audiência a representante da Secretaria de Educação do Estado, Ana Zélia, o representante da federação dos municípios do estado, Prefeito de São Gonçalo, Jaime Calado, o vice-presidente do sindicato dos técnicos (Sintec), Manuel Jusselino, o professor do IFRN, Willys Farkat. O vereador Hermano Morais(PMDB) esteve presente durante o debate.
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